
Pois é, eu estava num churrasco numa chácara aqui perto de Brasília.
Lá tinham 3 cavalos. Resolvi que queria montar.
A chácara era usada muito pouco e os cavalos eram montados menos ainda.
O caseiro passou o dia todo tentando pegar um dos cavalos que estavam soltos no terreno.
Nós só víamos os cavalos correndo e o cara correndo atrás com uma corda na mão.
Lá pelas 18h, o caseiro apareceu com uma égua. Fiquei eufórica. Ele pegou um saco de pão do churrasco e gastou todinho tentando fazer a égua abrir a boca para por o freio e não conseguiu. Ela estava só com uma corda no pescoço já que havia sido laçada.
Lá tinham 3 cavalos. Resolvi que queria montar.
A chácara era usada muito pouco e os cavalos eram montados menos ainda.
O caseiro passou o dia todo tentando pegar um dos cavalos que estavam soltos no terreno.
Nós só víamos os cavalos correndo e o cara correndo atrás com uma corda na mão.
Lá pelas 18h, o caseiro apareceu com uma égua. Fiquei eufórica. Ele pegou um saco de pão do churrasco e gastou todinho tentando fazer a égua abrir a boca para por o freio e não conseguiu. Ela estava só com uma corda no pescoço já que havia sido laçada.
Bem, resolvi andar assim mesmo. O cara me disse que ela estava meio braba e que quando eu subisse ela ia dar umas empinadas mas era só eu segurar firme que a bicha acalmava.
Ok, subi.
Dito e feito, ela deu uns coices e uns pulos mas ficou logo quieta.
Comecei a andar segurando na cordinha que saia do pescoço dela. Só vinha um lado para eu segurar, o outro estava preso no pescoço da égua. Se eu puxasse a corda para qualquer lado que fosse ela rodava no pescoço do animal e nada acontecia. Começamos a correr e fomos nos aproximando de um rio que passava uns 3 metros abaixo de nós. Tipo, tinha um buraco na minha frente.
Os outros dois cavalos se aproximaram e começaram a correr do meu lado. Fiquei preocupada e comecei a puxar a cordinha para parar a égua que, como os outros cavalos das outras histórias, também riu da minha cara e não parou de jeito nenhum.
Quando, de repente, fui jogada para trás.
No meio do nosso percurso, havia um varal de arame que eu não vi pois ele se confundiu com a paisagem de fundo. Mas ele pegou no meu nariz, na parte de baixo do meu olho e na sobrancelha. Por pouco não me degolou, por 10 cm.
Fui lançada para fora do cavalo e cai sentada no chão.
Nem me mexia de tanta dor.
Também não enxergava da vista direita, pois meu rosto inchou tanto em volta do olho que fechou tudo e ficou muito roxo. Por mais que eu fizesse força, não abria o olho.
Meu nariz ralou todo, minha sobrancelha idem e eu achei que tinha ficado paralítica pois não tinha forças para mexer as pernas.
Meus amigos chegaram correndo e eu ainda não me movia. Aos poucos fui me mexendo e acabei sendo carregada para o carro pois não podia andar de tanta dor que sentia.
Fui para o hospital e foi constatado que nada de grave aconteceu comigo.
Quando cheguei em casa, minha mãe abriu a porta e chorou muito. Aí que tive noção de como estava meu rosto, todo ralado, sangrando e inchado. Minha irmã disse que parecia que eu tinha apanhado na rua de uns 30 caras.
Passei uma semana na cama sem levantar de tanta dor que sentia.
Bem, depois disso, só andei à cavalo mais uma vez, e descobri que passei a ter medo deles. Essa foto aí foi da última vez que montei um cavalo, é o cavalo do filho do Gustavo, um amigo meu. Mal sai do lugar de tanto medo que fiquei. Ah, nem olhem para o meu cabelo, estava deixando crescer e estava feio de mais.
Bem, ainda estou viva, rs.
2 comentários:
Mas é um amazona mesmo!
KKKKK
xanda, lembra que quando cheguei em casa, o paul tava la de perna quebrada por causa do volei e ai vc disse era tudo mentira nossa, que nos tinhamos era brigado com uma gangue de rua, kkkkkkkkkk
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