quarta-feira, 25 de julho de 2007

Eu, uma empregada e uma super conclusão

Ficamos, eu e minha irmã, sozinhas em BSB por uns 2 meses antes de irmos para Portugal. Meus pais foram primeiro e ficamos num apartamento pequeno com a empregada que não era lá muito esperta.
Eu não tenho um humor muito bom e este dia não era um dos meus melhores.

Estávamos almoçando na sala e comecei a chamar a menina que trabalhava lá em casa.
Ela não respondia.
Chamei mais alto... nada.
Comecei a ficar irritada, a cozinha era grudada na sala, o apartamento era micro, não tinha como ela não estar escutando.
Chamei de novo e ela não respondeu.

Como eu já estava treinando para me adaptar em Portugal, usei minha educação lusitana para chamar a atenção da moça. Peguei uma pedra de gelo que estava no balde de gelo sobre a mesa e joguei na cozinha.
Pensei que isso iria chamar a atenção dela, ia ouvir um barulho de coisa caindo na cozinha e ia ficar atenta para meus gritos pelo nome dela.
Assim que joguei o gelo fiquei em silêncio esperando para ouvir a reação dela.
Foi quando escutei a seguinte frase vindo da cozinha:

-Nossa, acho que esta geladeira está com defeito. Eu nem abri a porta e ela já está cuspindo gelo...

...

Minutos de silencio.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Eu, um parque de diversões e um acidente

Desta vez não foi comigo, mas eu estava no local e o negócio foi feio.

Eu estou me mudando, então, na terça feira eu negociei meu horário de almoço e saí mais cedo do trabalho para ver contrato e tudo mais.
Estava sem carro, então fui ao parque de diversões encontrar a Fabrícia que estava com as duas irmãs mais novas e os dois sobrinhos. Ia com ela para casa.
Era umas 19h mais ou menos e ela começou a falar que o pai dela tinha muito medo de parque de diversões pois eles são perigosos.
Eu disse que isso era besteira. Durante toda a minha vida, só escutei falar de uns 3 acidentes em parques, que era uma coisa rara de acontecer.
Ela disse que também achava que não havia perigo, que se acontecesse 1% de acidentes era muito.
Eu respondi que era uma porcentagem muito grande esta de 1%. Só no parque que estávamos havia mais de 100 pessoas e que se fosse esse o numero, pelo menos uma pessoa teria que se acidentar naquele momento. Disse que o número era infinitamente menor.

Depois deste papo, fomos com as crianças até a fila de uma montanha russa pequena que em forma de uma centopéia. É um brinquedo para crianças de uns 8 anos, imagino.
Chegando lá não tinha ninguém para fazer o brinquedo funcionar e ficamos na fila esperando.

De repente vem um menino correndo e falalando para a gente que aquele brinquedo não estava funcionando pois um outro garoto havia sofrido um acidente.
Fui até a administração do parque para saber o que havia ocorrido.

Chegando lá, estava um tumulto, umas 20 pessoas. Pouco para a quantidade de gente que havia no parque.
Seguranças correndo de um lado para o outro, e um burburinho danado.
Perguntei a um cara o que tinha acontecido.
Ele me contou que um menino havia caído do brinquedo, arrastado pelo trilho e quando chegou à parte alta despencou. E que o menino estava desmaiado.

Eu conversei com a Fabrícia e chegamos a decisão de levar as crianças embora. Se acontece isso num parque, acho que ele não tem segurança suficiente. Não iamos deixar as crianças correrem perigo.

Fiquei olhando a confusão por um tempo e não vi nenhum médico no local, não sei se o parque tinha alguém para tratar destas emergências então resolvi ligar para os bombeiros. Quando liguei, já fazia mais de 20 min que o acidente havia acontecido e os bombeiros ainda não haviam sido informados de nada. Acho que deviam estar tentando abafar o caso.

Falei com a gerência que estava indo embora pela falta de segurança do parque e pedi o dinheiro das entradas de volta. Eles reclamaram um pouco mais acabaram cedendo quando eu falei um pouco mais irritada.

Fomos embora e as crianças ficaram bem assustadas. A mais nova que tem 7 anos saiu dizendo que nunca mais iria num parque de diversões e tivemos que ficar conversando um tempão com ela para tentar convencer que parque é um lugar seguro e que isso não acontece com freqüência.

Bem, ontem a reportagem saiu na tv, quem viu foi um dos sobrinhos da Fabrícia, que me ligou correndo e assustado. Não sei em que jornal saiu a matéria. Mas ele disse que o menino quebrou a perna e esta aparentemente bem em observação no hospital.

Tomara que ele se recupere rápido. Mas duvido que este menino volte a um parque alguma vez na vida.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Eu, meu celular e a segunda parte

Então, tudo correu bem.
Peguei um saco, meti a mão ensacada dentro da privada e fui direto para a pia lavar meu celular.
Já estava molhado mesmo...
Melhor molhado limpo que molhado sujo.

Abri o aparelho todo, sequei com papel toalha o que via de água e deixei dentro de uma sala com ar condicionado secando.

Hoje de manhã fui religar
Feliz surpresa, ele está funcionando direitinho.
Não é ótimo?
rs

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Eu, um celular e um bom início de semana

Desta vez nem vou prolongar muito a estória...
Acabei de chegar no trabalho, fui ao banheiro...
Meu celular caiu na privada...
ai ai, esta semana começou bem