quarta-feira, 27 de junho de 2007

Eu, uma estampa e alguns elogios

Pessoal, tem uma site chamado Camiseteria onde qualquer pessoa pode enviar uma estampa.
As estampas mais votadas vão ser produzidas e vendidas no site. O lucro é deles, mas o dono da estampa ganha um valor em dinheiro e uma cota pra gastar no site. Não é muita coisa, mas tudo vale a pena, rs.
Então, coloquei uma minha. Tive medo, pois o pessoal que costuma entra no site com freqüência cai de pau nas estampas.
Não é que, para minha surpresa, eu entrei no site hoje e o pessoal estava elogiando...

Como tudo acontece comigo, quem sabe eu não ganho isso?

Então, entrem em http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=14487 e votem em mim, essa é minha estampa.

De preferência 5 com coroa, rs.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Eu, uma ajuda e outra ajuda


Estava eu trabalhando e recebo o telefonema de uma amiga dizendo que estava parada, no meio do nada, com pane seca.

Estão vendo como tem gente pior que eu?

Bem...
Já era fim de expediente e eu disse que iria socorrê-la.
Falei com meu chefe e lembrei que eu estava sem carro. Ele me sugeriu que pedisse para um colega da equipe ir comigo.
Falei com esse colega e fomos até um posto de gasolina. Compramos o combustível e eu fui segurando aquele saquinho idiota pelo caminho. Aquele saquinho é muito estúpido, vai... Ele não fecha, ou você agarra a ponta dele com toda a força ou ele vai derramando tudo pelo caminho.
Bem, quando estávamos na metade do caminho esse meu colega de trabalho deu um grito e encostou o carro no acostamento...
Dá para acreditar que o carro dele enguiçou?
Tivemos que ligar para o guincho e para outro amigo ir nos buscar.
Foi ótimo, uma pessoa indo socorrer os dois que estavam indo socorrer a socorrida.
E ainda recebi reclamações pois demorei a chegar com a gasolina... eu mereço.

Merecia...


Em vermelho na imagem ai de cima:

1 - onde eu trabalhava

2 - onde pegamos gasolina e o carro do colega deu pau

3 - onde minha amiga estava


Para quem não conhece, este é o mapa de Brasília. O avião riscado em vermelho é o Plano Piloto. Isso é para terem uma idéia de como foi tudo muuuuito rapidinho, rs

terça-feira, 19 de junho de 2007

Eu, uma festa e minha força de Hulk

Era aniversário de uma amiga, churrasco na cobertura de um apartamento no Sudoeste, bairro de Brasília.
Quase todos conhecidos, vários amigos.
Mas eu não estava de bom humor. Estava numa época difícil da minha vida e fiquei quietinha num canto, sentada batendo papo com algumas pessoas.
Um amigo meu ficou a festa toda tentando me animar. Ele passava e me fazia cócegas, passava e me cutucava, passava e beliscava minha cintura... Isso não estava ajudando, e eu pedi várias vezes para ele parar, mas até que estava divertido, vai.
Eu já estava até rindo. Mas tinha que manter minha fama de “tolerância zero”, apelido carinhoso que os amigos me colocaram. No fim da festa ele veio e me fez cócegas de novo. Eu levantei brincando e disse que ia tirar ele da festa a força se ele não parasse. Ele riu, ele e todo mundo que tava em volta. Disseram que eu era forte mas nem tanto. Daí começou aquela brincadeira de eu dizer que podia e todo mundo ficar me sacaneando dizendo que eu não podia, que ele era muito grande e coisa e tal.
Quem me conhece sabe que não fujo de um desafio. Olhei pra ele e disse para ficar parado que eu ia levanta-lo
Aí é que foi a piada, gargalhada geral.
Passei meus braços na cintura dele, como um abraço e tentei levantar. Quando comecei a fazer força, vi que ele realmente era bem mais pesado que eu imaginava. Mas não podia falar ali, na frente de todos, era melhor ter rido e mudado de assunto. Mas aceitei o desafio, ia ter que agüentar levantar o cara. Parei, me concentrei e fiz toda a força que podia existir reunida dentro de mim...
Eeeeeeeehhhhhhhh
Levantei o cara do chão, o pessoal foi ao delírio. Ninguém acreditava que eu havia conseguido. Eu parecia ter a força do incrível Hulk.
Era um sucesso, todo mundo comentando e rindo sem acreditar, até que resolvi virar de costas...
Foi então que percebi que eu realmente me pareci com o Hulk naquele momento. Fiz tanta força que a bata que que eu estava vestindo rasgou nas costas inteiras. Virou frente única, rasgou de ponta a ponta... aí sim a gargalhada foi geral mesmo. Tive que descer com a dona da casa para arrumar uma outra blusa.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Eu, muita fome e Unaíiiiiiiiiiiiiiiiiii

Bem, teve uma época que eu dividia um apartamento com uma amiga.
Ela era meio gorda e por esse motivo, íamos até uma cidade satélite próxima, São Sebastião, que tinha uma confecção de calças jeans e tinha o número dela barato.
Fomos uma vez. Na segunda, percebemos que havia várias placas apontando Unaí.
Era domingo, umas 13h e não tínhamos mais nada para fazer mesmo. Olhamos uma pra outra e dissemos: Vamos?
Ah, Unaí devia ser pertinho, tinha tanta placa. Resolvemos almoçar lá. Acontece que não tínhamos tomado café da manhã, mas resolvemos ir assim mesmo.
Unaí não chegava nunca, começamos a achar estranho. Mas sempre pensávamos que já devia estar bem perto e como já havíamos andado tanto, não iríamos voltar.
A fome apertava e a estrada ficava cada vez pior
Era tanto buraco e tão fundo... Tinha vez que tínhamos que parar o carro, passar a primeira e entrar no buraco bem devagar com o carro todo, de tão grande que era.
Bem, já desesperadas, e famintas, depois de 3h 30min, chegamos na meleca de Unaí.
A cidade é super pequena e não tem nada
Isso já era umas 16h 30min. Fomos direto tentar comer.
Resolvemos ir no melhor restaurante da cidade, merecíamos. Não tínhamos comido nada até aquela hora e andamos tanto para chegar que merecíamos comer bem.
Depois de muito procurar, avistamos uma única pessoa andando na rua, e perguntamos onde ficava o melhor restaurante da cidade. Ela disse que era uma churrascaria. E que era bem pertinho. Bem, isso eu não tinha dúvida, pelo tamanho da cidade tudo era bem pertinho.
Perguntei se o restaurante era bom mesmo, ela disse que sim, mas era muito caro.
Bem... fomos.
Chegando lá, era um restaurantezinho de quinta categoria.
Entramos e fomos pedir. O garçom disse que já era 17h e haviam parado de servir almoço, estavam limpando a cozinha e só voltariam a funcionar as 18h. Não, não ia dar para agüentar até as 18h sem comer o dia todo.
Contamos a história, ele ficou com pena e arrumou umas azeitoninhas para beliscarmos.
Já estava ficando tarde e não poderíamos voltar para Brasília de noite naquela estrada cheia de crateras.
Resolvemos dormir lá.
Quem sabe não arrumaríamos o que comer no hotel?
Só tinha um hotel na cidade... sem serviço de quarto e nem restaurante.
Entramos e trocamos de quarto 2 vezes, o lugar era imundo, tinha até barata morta.
Depois de muita brigam o gerente mandou limpar um quarto para a gente e fomos comer um cheese-egg-super-tudo-ultra-enorme-salad-burger na barraquinha de cachorro-quente que abriu na esquina.
Resumindo, foi o sanduíche mais caro da minha vida.
Voltamos para Brasília no dia seguinte bem cedo e até hoje tenho trauma do no me Unaí, arg.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Eu, meu chefe e uma reunião

Estava eu, feliz e contente, numa reunião com meu chefe. Estávamos conversando sobre um trabalho que está sendo feito aqui, a melhor maneira de apresentar, e o que eu achava que deveria entrar ou não.
Então comecei a dar minha opinião, dizer o que achava certo e errado, cheia de razão, cheia de teorias para convencer meu chefe que o que eu estava falando era certo...
Bem...
Meu nariz teve uma crise, e começou a sangrar no meio da reunião, mas não foi um sanguinho não, foi sangue pra tudo quanto é lado, manchou os papeis, agenda...
Sai correndo pro banheiro. E ele teve que ficar sentado na mesa, cheia de sangue, me esperando voltar, putz...
Foi, no mínimo, constrangedor. Tudo bem que já estou acostumada, meu nariz sangra desde que sou pequena. Em Brasília então, com a seca, é pior ainda.
Mas no meio de uma reunião com o chefe foi demais.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Eu, um carro e nenhum combustível

Então...

Não sei nem se escrevo isso. Foi muito idiota da minha parte.

Dia seguinte depois da historia que contei ai em baixo, eu estava no trabalho. As 17h 30min, no fim do expediente, eu peguei o carro para ir para casa.

Quando já tinha andado alguns km lembrei que quando eu estava vindo para o trabalho e a luz de combustível acendeu.
Eu moro à uns 25 km do trabalho, daria para chegar e quando estivesse indo embora para casa eu colocaria gasolina.

Bem, pelo meu raciocínio tudo se resolveria, era só eu ir ao posto.
Acontece que quando pensei isso lembrei que pedi para a Fabrícia pagar uma conta para mim e dei meu cartão para ela.

Olhei a carteira e estava sem um centavo. Nunca ando com dinheiro.

Pensei alguns minutos e resolvi ligar para ela já que a gasolina que eu tinha não dava para chegar em casa de jeito nenhum.

Percebi que estava sem o celular, o que me tira a possibilidade de ligar para qualquer pessoa que pudesse me socorrer naquele momento. Eu não sei o telefone de ninguém de cabeça e meu celular é minha agenda.
Comecei a ficar em pânico, estava escurecendo e o caminho para casa é meio deserto a partir de um certo ponto.

Resolvi continuar tentando, mas fui por um caminho um pouquinho mais longo pois o habitual não tem nem telefone, nem posto.
Quando estava à uns 100m de um posto de gasolina, o carro começou a engasgar e eu encostei.
Fiquei parada ali, olhando aquele monte de bomba de gasolina e sem poder usar nenhuma.
Tentei passar o cartão refeição, sabia que não ia passar, mas não custava tentar...

“opção não disponível”

Então eu chamei o gerente, contei minha história e pedi 1 litro de gasolina de favor mesmo. Disse que depois passaria para pagar. Pra minha sorte o gerente foi legal e colocou 1 litro de gasolina, aditivada, ainda.

Bem, hoje acordei, voltei para o posto para colocar gasolina e pagar o fiado de ontem.
Tudo deu certo, ai ai.

Como pode existir alguém tão desligada no mundo?

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Eu, meu carro e um seguro

Posso começar esse post dizendo um monte de palavrões?

Tá, vou poupar vocês disso...

Estou no meu trabalho, feliz e contente(nem tão e feliz e contente assim, preferia receber o salário sem ter que trabalhar, mas...), então deu o horário para eu ir para casa.
Desci, entrei no carro, coloquei a chave na ignição e...
Nada.
Nada mesmo.
Percebi que deixei o farol aceso o dia todo e a bateria acabou, mas acabou mesmo, ao ponto de não ter como fazer o carro pegar no tranco.
Ok, eu tenho seguro para essas coisas.
Mas... qual é meu seguro mesmo?
Não sei qual meu seguro, e muito menos o telefone dele.
Procurei na carteira, guardo tudo na carteira... nada.
Não tenho a P... do telefone do meu seguro. Que idiota não sabe com quem gastou uma nota para proteger o carro, o único carro, o primeiro carro que tenho, pagando em anos com meu suor?
...
...
...
Lembrei, fiz o seguro com o irmão do Butão, um amigo meu.
E o telefone do Butão? Deixei o celular em casa.
Vou ligar pra casa.
...
Pronto, descobri o telefone do Butão.
Agora tenho o telefone do irmão dele... putz ele está em reunião.
Pronto, agora tenho o telefone do seguro.
Ah, é do Banco do Brasil o raio do seguro do meu carro.
Só 50min e o socorro chega aqui.

Enquanto isso fico desabafando com vocês.
Grrrrrrr
hunf