Eu, pra quem não sabe, além de webdesigner, vendo ostras, mexilhões e vongoles para restaurantes, bares, hotéis e pessoas famintas de Brasília.
Conversando com o dono de uma loja de aquários, soube que alguns peixes de água salgada(que vou descobrir o nome e colocar aqui) só comem alimento vivo e o principal é o vongole. Acontece que ninguém acha vongole em Brasília. Levei um pouco para ele e colocamos nos aquários para ver os peixes se alimentando. Acontece que o vongole vem vivo porem estressado da viagem e fica com a concha fechada. Ficamos olhando eles no aquário e quando começavam a abrir, os peixinhos já iam atacar e ele fechava de novo. Os peixes ficaram tão eufóricos com o novo alimento que não davam tempo do bicho abrir a concha.
Como não sei ficar parada olhando, fui dar uma força aos peixinhos.
Algumas pessoas da loja estavam ocupados tentando pegar um peixe que tinha sido vendido. Era um peixe que estava em outro aquário de água salgada cheio de corais, então estava complicado pega-lo pois entrava em todos os buracos possíveis.
Peguei meu super-ultra-mega-potente-canivete-tabajara que havia ganhado do meu pai e ainda não tinha usado e fui abrir o vongole. Estou acostumada a abrir ostras, faço com uma certa facilidade, mas vongole não. A ostra podemos comer crua, o vongole só se come cozido e assim a concha se abre sozinha.
E daí, fui abrir.
Achei que tinha visto a junção das duas conchas e coloquei a ponta do canivete apoiada nesta abertura. Coloquei o vongole sobre a mesa para que se o canivete escapasse não atravessasse minha mão.
Ok, tudo pensado e planejado.
Vamos fazer força...
Eu só achei que tinha visto a emenda das conchas, mas estava enganada. O canivete escapou e cravou no meu dedo polegar esquerdo.
Caraca, doeu muito, ele era afiado mesmo. Quando olhei, vi que só não atravessou meu dedo pois tinha um osso no meio, mas foi sangue para todos os lados. Apertei o corte com o dedo para parar de sangrar e coloquei a outra mão embaixo. Na minha mão se formou uma poça de sangue em segundos.
A Fabrícia, que estava comigo, viu e foi me socorrer, pois eu nem falava de tanto desespero e cara de quem fez m... Fomos ao banheiro e o sangue não parava de jorrar. Cheguei na pia, virei a mão e derramei todo o sangue que estava acumulado nela. Lavei bastante e fiquei tentando secar. Tava difícil, não parava de sair sangue. A essa altura eu já estava fraca...
Não, não, não. Era muito sangue, mas nem tanto, eu tava fraca era de medo mesmo, e só repetia que não ia pro hospital tomar ponto nem amarrada. Peguei um bolo de papel toalha e apertei o dedo esperando estancar o sangue. Voltei pra loja. Depois de algum tempo com o ferimento sendo fechado a força, parou de escorrer sangue. Aí só sangrava um pouquinho neste momento.
Fiquei lá pra me acalmar e esperar o dono da loja terminar de arrumar o aquário. Ele me sugeriu enrolar o delo com alguma coisa e só achamos durex, ele não tinha nada de primeiros socorros lá. Enrolei o durex em volta do papel e fiquei assim até em casa, quando tirei o “curativo” e coloquei um esparadrapo microporoso para forçar que o corte se mantivesse fechado, com os dois lados unidos.
E... ok, vamos ver se vai dar certo.
Mas agora os peixinhos vão ter com o que se alimentar e viverão felizes para sempre. Eles, pois os vongoles vão morrer todos com a fúria da Raquel, rs.
Ah, a Fabrícia descobriu que dá para abrir o vongole com a mão, não precisa de faca, canivete, serra, pedra, nada. Mas, pra quem tem peixes que precisam deste alimento, é só me ligar que envio para vocês e ensino a abrir, isso se você não tiver paciência de esperar eles comeram sozinhos, pois eles sabem fazer isso, só eu que não sei, rs.
Conversando com o dono de uma loja de aquários, soube que alguns peixes de água salgada(que vou descobrir o nome e colocar aqui) só comem alimento vivo e o principal é o vongole. Acontece que ninguém acha vongole em Brasília. Levei um pouco para ele e colocamos nos aquários para ver os peixes se alimentando. Acontece que o vongole vem vivo porem estressado da viagem e fica com a concha fechada. Ficamos olhando eles no aquário e quando começavam a abrir, os peixinhos já iam atacar e ele fechava de novo. Os peixes ficaram tão eufóricos com o novo alimento que não davam tempo do bicho abrir a concha.
Como não sei ficar parada olhando, fui dar uma força aos peixinhos.
Algumas pessoas da loja estavam ocupados tentando pegar um peixe que tinha sido vendido. Era um peixe que estava em outro aquário de água salgada cheio de corais, então estava complicado pega-lo pois entrava em todos os buracos possíveis.
Peguei meu super-ultra-mega-potente-canivete-tabajara que havia ganhado do meu pai e ainda não tinha usado e fui abrir o vongole. Estou acostumada a abrir ostras, faço com uma certa facilidade, mas vongole não. A ostra podemos comer crua, o vongole só se come cozido e assim a concha se abre sozinha.
E daí, fui abrir.
Achei que tinha visto a junção das duas conchas e coloquei a ponta do canivete apoiada nesta abertura. Coloquei o vongole sobre a mesa para que se o canivete escapasse não atravessasse minha mão.
Ok, tudo pensado e planejado.
Vamos fazer força...
Eu só achei que tinha visto a emenda das conchas, mas estava enganada. O canivete escapou e cravou no meu dedo polegar esquerdo.
Caraca, doeu muito, ele era afiado mesmo. Quando olhei, vi que só não atravessou meu dedo pois tinha um osso no meio, mas foi sangue para todos os lados. Apertei o corte com o dedo para parar de sangrar e coloquei a outra mão embaixo. Na minha mão se formou uma poça de sangue em segundos.
A Fabrícia, que estava comigo, viu e foi me socorrer, pois eu nem falava de tanto desespero e cara de quem fez m... Fomos ao banheiro e o sangue não parava de jorrar. Cheguei na pia, virei a mão e derramei todo o sangue que estava acumulado nela. Lavei bastante e fiquei tentando secar. Tava difícil, não parava de sair sangue. A essa altura eu já estava fraca...
Não, não, não. Era muito sangue, mas nem tanto, eu tava fraca era de medo mesmo, e só repetia que não ia pro hospital tomar ponto nem amarrada. Peguei um bolo de papel toalha e apertei o dedo esperando estancar o sangue. Voltei pra loja. Depois de algum tempo com o ferimento sendo fechado a força, parou de escorrer sangue. Aí só sangrava um pouquinho neste momento.
Fiquei lá pra me acalmar e esperar o dono da loja terminar de arrumar o aquário. Ele me sugeriu enrolar o delo com alguma coisa e só achamos durex, ele não tinha nada de primeiros socorros lá. Enrolei o durex em volta do papel e fiquei assim até em casa, quando tirei o “curativo” e coloquei um esparadrapo microporoso para forçar que o corte se mantivesse fechado, com os dois lados unidos.
E... ok, vamos ver se vai dar certo.
Mas agora os peixinhos vão ter com o que se alimentar e viverão felizes para sempre. Eles, pois os vongoles vão morrer todos com a fúria da Raquel, rs.
Ah, a Fabrícia descobriu que dá para abrir o vongole com a mão, não precisa de faca, canivete, serra, pedra, nada. Mas, pra quem tem peixes que precisam deste alimento, é só me ligar que envio para vocês e ensino a abrir, isso se você não tiver paciência de esperar eles comeram sozinhos, pois eles sabem fazer isso, só eu que não sei, rs.

